Sabe quando chove por dias, e se acaba a inspiração?
“Después” toca uma canção, e te traz de volta o verão.
Eu queria contar uma história dessas,
que se passa a beira mar,
com calor no corpo e frutas tropicais,
romances sob o sol, quando o sol nos passa sorrindo,
contos com cara de férias,
com gente bronzeada dançando uma salsa,
e vestidos floridos rodopiantes, suor escorrendo,
molhando os pelos, apelos, cabelos,
que as flores sempre enfeitam.
Histórias de luau, onde as pessoas se seduzem.
Mas chove há dias, e não é chuva de verão,
porque das chuvas de verão “me gusta”.
Aquela que vem forte, derramando sorte,
molhando beijos, desejos,
e os pensamentos mais quentes.
Essas cenas não me deixam,
Põe dentro da minha alma um fogo, uma fogueira.
E uma percussão latina no peito,
E a chuva insiste, não tem jeito.