Essa é uma história de dentes.
Dos seus dentes cravados na minha coxa.
Como sempre foi e sempre será.
Eu que me dôo pra você, inteira e sempre mais.
Nunca quis lhe dar só um pedaço,
por isso eu não estive aí.
Porque quando estou, sou verdadeiramente eu,
verdadeiramente sua.
E não há leviandade quando lhe digo isso.
Quero me lembrar pra sempre,
da sensação de estar entre lençóis,
suores e sonhos.
Uma música, uma frase, pra nós é um todo,
muito maior que um universo.
E a beleza de amar está nisso,
neste tempo que não passa, e nem passará.
Em estar na sua cama mesmo que em pensamentos.
E em você me ver cada vez que cruzar aquele jardim.
Essas são as coisas certas, retas, porque não morrerão.
Foram, são e serão verdadeiras na nossa eternidade particular.
Enquanto você for você, e eu for eu, vai existir.
março 2, 2010
Morda-me
5 Comentários »
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intenso lindo. você!
Comentário por Carla — março 2, 2010 @ 10:19 pm |
Na memória.
Na pele.
Comentário por Daise — abril 14, 2010 @ 4:59 pm |
que bonito!
Comentário por Beta — junho 17, 2010 @ 10:30 am |
Amei!
Lindo, sedutor!
<3
Comentário por Cintia — setembro 2, 2010 @ 4:03 pm |
Praticamente uma indecência, MyLady!
Comentário por Tom — novembro 21, 2010 @ 11:21 am |